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Por entre estes vales de escuridão,

Desafios da Escrita
31 de mai. de 2024
1 min de leitura

 

Por entre estes vales de escuridão,

A minha insana alma encontrei em vão.

Oh! Àclis! Guarda-me por piedade

No denso nevoeiro sem idade.

 

Zéfiros insanos na noite bradam,

Os ferozes grilhões a noite arrastam,

Horrores, frio que me leva e conduz,

Frio de horrores que se apaga na luz,

 

Fantasmas que na noite me procuram,

Oh! Nesta minha insana solidão!

Ó, Morfeu, que castigas sem perdão.

 

Tânato, afastai-me deste abalo,

Levai-me com todas as tuas forças, 

Rogo-te que o meu pedido ouças.

 

Beatriz Sousa - 10º 25

 
 
 

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